JORNAL RIOZINHO

O Sul da Ilha em evidência
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A AMONC, Associação dos Moradores do Novo Campeche, publicou nas redes sociais e no seu site, FAKE NEWS sobre o emissário submarino.

Em flyer a AMONC desinforma e divulga:

“ESTOGO NAS PRAIAS”; “SALVE NOSSAS PRAIAS”, e descreve:

Você sabia que querem trazer o esgoto de dez bairros da ilha e despejar na praia do Campeche? A CASAN ingressou com o EIA/RIMA junto à IMA (Instituto Meio Ambiente, antiga FATMA), visando a aprovação de construção de um emissário submarino para jogar no mar da Praia do Campeche o esgoto sanitário de quase toda população de Florianópolis, exatamente entre a Lagoa Pequena e o Loteamento Novo Campeche (em área de preservação permanente). Trata-se de um projeto inexplicável estimado em 190 milhões de reais, que provocará enorme perda de qualidade de vida e a destruição permanente das praias do Sul da Ilha. O estudo apresentado possui falhas e omissões relevantes, o que permite julgar que esta é uma ideia com objetivos pré-estabelecidos e alinhados a interesses inconfessos.  Com muita frequência ocorrem rompimentos dos emissários submarinos, com grande concentração de esgoto nas praias, provocando geração descontrolada de algas, mortandade de peixe e outros seres marinhos além da atração de tubarões.” – texto copiado flyer anexo:

OS FATOS:

O emissário submarinho vai devolver à natureza o efluente tratado na ETE Rio Tavares, uma unidade que vai funcionar em sistema de tratamento terciário, considerado o mais completos. Nesse sistema a remoção de carga orgânica (DBO) é de 96%, e de coliformes fecais chega a 99,9%.

A região do Campeche, está sendo indicado depois do estudo de diversas alternativas, buscando o menor impacto e a localização mais adequada, que apresente condições ambientais favoráveis para a assimilação desse efluente tratado pela natureza.

O projeto é de domínio público e pode ser consultado no site do IMA.

Com muita frequência ocorrem rompimentos dos emissários submarinos, com grande concentração de esgoto nas praias, provocando geração descontrolada de algas, mortandade de peixe e outros seres marinhos além da atração de tubarões.”. diz a Associação.

É evidente a desinformação, uma vez que, não será despejado esgoto e sim efluentes devidamente tratados. Sobre atrair tubarões não encontramos na internet tal correlação e evidência. Com a palavra, os biólogos, email: [email protected]

Outro item a destacar é a imagem do flyer, onde desinforma mostrando o lançamento de água preta no mar, o que supostamente ilustra esgoto.

O Loteamento Novo Campeche já apresentou em algumas regiões, sobre medições de laboratório, a presença de coliformes fecais, 1 milhão de vezes acima do que permito por lei, isto no ano passado.

Não conseguimos entrar em contato com a AMONC, enviamos email através do seu site, https://www.amonc.com.br/,

Sobre o emissário:

Emissário Submarino é uma tubulação que leva o efluente final de uma ETE (Estação de Tratamento de Esgotos) até um local que tenha condições ambientais favoráveis para sua assimilação pela natureza.  A  implantação da tubulação subterrânea será perpendicular a costa localizado ao norte da Ilha do Campeche e a mais de 5 quilômetros de distância.

O Emissário submarino não despeja esgoto no mar e sim água tratada pela ETE. 

Segundo o Estudo de Impacto Ambiental (EIA), a construção do sistema será feita pelo método não destrutivo “Pipe Jacking”, devido ao seu menor impacto socioambiental. Na faixa inicial, entre as dunas e a zona de arrebentação, a tubulação é de concreto, enquanto após a zona de arrebentação a tubulação inserida será de PEAD (Polietileno de Alta Densidade), ancorada no assoalho marinho com a ajuda de blocos de concreto.

O diâmetro da tubulação será de 90 cm. Os últimos 175 metros serão utilizados para alocação de 50 difusores, dispostos em dupla, espaçados a cada sete metros, que farão a dispersão do efluente tratado de forma a evitar passivos à hidrodinâmica local. Neste contexto, estima-se que a construção do Sistema de Disposição Oceânica abranja um custo de R$ 190 milhões e um prazo de 27 meses de construção.

Conheça o projeto (EIA/RIMA):  http://www.ima.sc.gov.br/index.php/licenciamento/consulta-eia-rima

Fonte: IMA.

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2019-06-26T18:48:21+00:00