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Organizações de proteção ambiental programaram atos contrários à aprovação do pedido japonês na Capital. A ONG Sea Shepherd fará manifestações nos dias 8, 9 e 10 no local do evento e no Aeroporto Hercílio Luz.

É a primeira vez que o evento ocorre no Brasil e o principal tema da reunião plenária, entre os dias 10 e 14 de setembro, será a intenção do Japão de liberar a caça comercial da espécie.

O encontro anual da International Whaling Commission (IWC) em Florianópolis é visto com muita atenção por biólogos e ambientalistas de todo o mundo. Em edições passadas, os japoneses também tentaram aprovar a resolução para a caça aos mamíferos. Desde 1946, quando foi criada a comissão, a prática é proibida, mas em 1986 foi estabelecida a moratória das restrições comerciais.

Oitenta e oito países fazem parte da Comissão. A Austrália e o Grupo de Buenos Aires (GBA), formado por representantes da América Latina e Caribe, incluindo o Brasil, são os principais críticos da proposta japonesa.

No mês passado, em uma reunião em Santiago, no Chile, o grupo aprovou uma uma declaração reafirmando o compromisso com a moratória sobre a caça comercial, a rejeição absoluta da continuidade da caça “científica” e o apoio para a proposta de criação do Santuário de Baleias do Atlântico Sul. Esse último projeto foi rejeitado em edições anteriores, mas os defensores dizem ter melhorado o conceito. Para aprovação do santuário e do fim da moratória são necessários 75% dos votos.

O Japão ainda o faz sob o pretexto científico, também criticado por membros do órgão. Noruega e Islândia são outros defensores da liberação da caça. Nos últimos dias, o assunto foi tema de uma reportagem do jornal britânico The Guardian, que apresentou a preocupação do governo australiano com a proposta japonesa. Segundo o conteúdo, a Austrália deve enviar uma forte comitiva para o encontro em SC.

Fonte: NSC Total

https://iwc.int/home

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