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Por Ataide Silva Silva

O Campeche é uma comunidade além do seu tempo, aproveitadores políticos que defendem o emissário submarino e agora tentam usar imagem da água poluída da praia, que eles mesmo criaram com saída extra em um governo anterior, para justificar o projeto.

A Associação de Surf do Campeche luta por essa comunidade desde 1978 e quando nasceu, partiu em defesa das dunas e nessa manifestação AMOCAM, MOSAL e Rádio comunitária Campeche também partiram em defesa de um projeto alternativo ao emissário submarino, projeto que já foi apresentado.

“O Emissário é um projeto ultrapassado em primeiro mundo e todos países ricos estão reaproveitando a água e dando outra alternativas sem emissário e retirando os existentes.”  Diz Ataide Silva

 

Atenção: Campeche luta por saneamento, manifesto dia 05 de Março

O sul da ilha de Florianópolis não tem nenhum tipo de saneamento básico e nenhuma rede de esgoto funcionando

Esgoto corre a céu aberto no Riozinho do Campeche em Florianópolis

Entenda o caso:

Segundo a Casan, o emissário submarino é o “plano B” para futuro projeto de coleta e tratamento do esgoto do Sul da Ilha. Só nos estudos de impactos ambientais, já foram gastos R$ 1,4 milhão. Neste caso, o despejo dos efluentes seria em alto-mar, a quatro quilômetros ao largo da Ilha do Campeche.  A hipótese voltou a ser cogitada depois que a Jica (Agência de Cooperação Internacional do Japão) anunciou a intenção de suspender o financiamento de R$ 105 milhões para implantação da rede de coleta em sete bairros da região, e construção da estação de tratamento no leito do rio Tavares com despejo na baía Sul. A diretoria da Casan, não se manifestou oficialmente sobre o impasse, mas pretende garantir os recursos disponíveis no orçamento geral da União e captar financiamentos em outros organismos internacionais.

A intenção é manter o projeto da estação de tratamento terciário, com 99% de pureza dos efluentes, no Rio Tavares, obra embargada pela Justiça Federal em junho deste ano