JORNAL RIOZINHO

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NÃO HÁ DEBATE E DEMOCRACIA SOBRE MENTIRAS

“É com preocupação e dever jornalistico, que peço vênia e trago a todos vocês um pouco da nossa história e a verdade sobre o emissário submarino.”
Por Adriano Soares, colunista

A VERDADE DOA A QUEM DOER
Durante décadas o Sul da Ilha vem sofrendo com o aparelhamento político partidário dos espaços públicos, onde associações, rádios, igrejas, hortas e conselhos são ocupados por militantes de esquerda. De posse desses espaços públicos manipulam a opinião pública na nossa região, mentindo, ameaçando e agredindo de forma física e moral, aqueles que não corroboram com vossa ideologia política. Necessidades reais comunitárias sempre estiveram em terceiro plano. Eis a luta pela luta, travestida em comunitário e ecológico. As comunidades mais carentes e mais humildes sempre foram os alvos preferidos desta malta. Vereadores alinhados ideologicamente, obviamente sempre se mantiveram omissos a este problema decenário que levou a Sul da Ilha ao subdesenvolvimento.

A cerca de 10 anos atrás, o Sul da Ilha viveu este mesmo empasse, onde este grupo formado por associações ilegais e movimentos lúdicos ligados a partidos políticos, promoveu oficinas, construiu um cano com lixo dentro e desfilou pelos bairros, ilustrou jacarés saindo pelo emissário e tsunamis devolvendo o esgoto de volta a orla. O desserviço e a mentira nos remeteu a justiça e por 9 anos se arrastou. Findado o prazo para uso do recurso, o investimento acabou sendo destinado a ampliação da ETE Ingleses. A “vitória” foi comemorada com a perda de um investimento de cerca de R$ 300 milhões destinado a construção da ETE no Sul da Ilha.

Voltamos a visitar este mesmo museu de grandes novidades e assistimos cotidianamente o esgoto in natura contaminando, afluentes, lagoas, rios,  orlas e desembocando no mar sem tratamento.  O fato é que se a ETE  e o emissário tivessem sido construídos na época, hoje não estaríamos vivendo a triste realidade, onde centenas de crianças lotam a UPA SUL com virose, a destruição do Riozinho, o Rio do Noca, a contaminação do lençol freático, entre centenas de danos que  o esgoto vem trazendo a nossa região. Foi o que a mentira, destas associações ilegítimas e movimentos lúdicos, trouxe ao Sul da Ilha, tudo por uma ideologia ultrapassada e pela a política do contra e do quanto pior melhor.

Chega! Precisamos acordar deste pesadelo, o Sul da Ilha não suportará mais cinco anos de crescimento imobiliário sem a construção da ETE e do emissário submarino. A estimativa é que até 2030 a população do Sul da Ilha dobre, chegando a 50 mil habitantes.

O MUSEU DE GRANDES NOVIDADES
Circula nas redes sociais informações inverídicas sobre o emissário submarino tão necessário para nossa região e para Florianópolis. Mentiras estão sendo fomentas massivamente alegando que será despejado esgoto no mar, quando na verdade trata-se de água tratada por Estação de tratamento de esgoto, inclusive há uma petição baseada em notícia falsa circulando na internet. Vejam só senhoras e senhores chegamos ao ridículo, “o emissário atrairá tubarões”.A dez anos atrás eram jacarés saindo pelo cano do emissário.

Pode-se enganar a todos por algum tempo; pode-se enganar alguns por todo o tempo; mas não se pode enganar a todos todo o tempo.‘ Abraham Lincoln

LEIA TAMBÉM: AMOCAM SEGUE ILEGÍTIMA ATÉ JULGAMENTO DO TRIBUNAL DE JUSTIÇA DE SANTA CATARINA

EM NOTA A CASAN ESCLARECE
“Diante de um conjunto de mensagens que estão circulando em redes sociais e em grupos de WhatsApps, com o claro intuito de alarmar os moradores, a CASAN esclarece inverdades sobre o projeto do Emissário Submarino do Sul da Ilha.
– Ao contrário do que diz o material divulgado, o emissário submarino não pretende “jogar esgoto no mar da praia do Campeche”. Em sua primeira etapa o emissário submarinho vai devolver à natureza o EFLUENTE TRATADO na Estação de Tratamento de Esgotos do Rio Tavares, uma unidade que vai funcionar em sistema de tratamento terciário. Nesse sistema, a remoção de carga orgânica (DBO) é de 96%, e a de coliformes fecais chega a 99,9%. A ETE ainda vai remover nutrientes (fósforo e nitrogênio) do efluente final. Na segunda etapa o emissário vai devolver à natureza efluente tratado em sistema secundário.

– O local previsto para o emissário, na altura do Campeche, está sendo indicado somente depois de exaustivo estudo de diversas alternativas, buscando sempre o menor impacto e a localização mais adequada e que apresente condições ambientais favoráveis para a assimilação, pela natureza, do EFLUENTE TRATADO.”

SAIBA MAIS: CASAN: EMISSÁRIO SUBMARINO DO SUL DA ILHA: ESCLARECIMENTO À POPULAÇÃO

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By |2019-06-29T00:49:44+00:0028 junho, 2019|Destaque, Saneamento básico|0 Comentários

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