Rio de Janeiro é a primeira cidade brasileira a banir canudos plásticos

By |2018-07-09T21:25:18+00:009 julho, 2018|

Em Florianópolis o vereador João Luiz da Silveira (PSC) protocolou no dia 7 de junho deste ano, um projeto de lei que proíbe a utilização de canudos de plástico em estabelecimentos como bares, restaurantes, casas noturnas, padarias, entre outros.

De acordo com a lei, os estabelecimentos devem oferecer aos consumidores versões de papel biodegradável ou reciclável em alternativa ao canudo de plástico.

O vereador justifica que a ideia é contribuir para um ambiente ecologicamente equilibrado. “Os canudos compõem 4% de todo o lixo plástico a nível global”, afirma. A proposta ainda vai para as comissões antes da votação em plenário.

O Rio de Janeiro tornou-se a primeira cidade brasileira a banir o uso de canudos de plástico em quiosques, bares e restaurantes. O projeto de lei foi sancionado nesta quinta 5 pelo prefeito Marcelo Crivella.

Os estabelecimentos que descumprirem a lei estão sujeitos a multa de 3.000 reais – valor que pode chegar a 6.000 reais em caso de reincidência. De acordo com o texto, canudos de papel biodegradável ou reciclável devem ser oferecidos como alternativa.

A medida, de autoria do vereador Jorge Felippe (MDB), foi publicada no Diário Oficial do Município do Rio de Janeiro ontem. Ainda não há data para que a lei entre em vigor.

Recentemente, o McDonald’s anunciou que vai substituir os canudos de plástico por canudos de papel em todos os seus restaurantes do Reino Unido e Irlanda a partir de setembro. A rede utiliza 1,8 milhão de canudos por dia apenas no Reino Unido.

A guerra contra o produto começou há três anos, quando o vídeo de uma tartaruga viralizou na internet. O animal tinha um canudinho entalado nas narinas. Nos Estados Unidos, 500 milhões de canudos são usados e descartados diariamente. No Brasil, não há dados tão precisos, mas segundo o IBGE, a produção foi de 2.800 toneladas em 2015.

Apesar de ter uma vida útil de dez minutos – o tempo que se gasta para tomar um refrigerante –, o canudo de plástico demora 500 anos para se decompor na natureza.

Desde que a produção de canudinhos em larga escala teve início, nos anos 60, estima-se que vaguem por aí, como detritos, 8,3 bilhões de toneladas de objetos feitos de plástico. Além disso, a indústria do poliestireno colabora para o agravamento do aquecimento global, pela emissão de gás carbônico na atmosfera, polui ecossistemas e ameaça a sobrevivência de animais em risco de extinção, como algumas das espécies de tartarugas marinhas.

Fonte: Veja.com.br

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